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Capítulo 40 de A Lince e a Raposa

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Coitada da grande lince e da pequena raposa, deixo todo mundo passar na frente delas, daí levo um mês para escrever um capítulo novo…

E o conto de ficção de científica para a coletânea está indo muito bem obrigada, com quase quatro mil palavras, se não fosse pelo fato que eu resolvi REESCREVER TUDO DO ZERO. Agora estou em 1,5 mil palavras, faltando 6 dias para finalizar, revisar e entregar.

Ah o link para o capítulo novo está aqui: Capítulo 40

Radiohead – High and Dry:

 

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Published: Janeiro 24, 2014 | Comments: 3

Citações de escritores sobre a escrita

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Meu colega Daniel (distantestrovoes.blogspot.com.br) postou no Facebook  20 citações de escritores sobre a arte de escrever e eu gostei de quase todas, e então respostarei algumas aqui, acrescentando outras do meu acervo:

– “O escritor é um homem que mais do que qualquer outro tem dificuldade para escrever.” – Thomas Mann (1875 – 1955);

– “Escrever é uma maneira de falar sem ser interrompido.” – Jules Renard (1864 – 1910);

– “Tantas pessoas que escrevem e tão poucas que lêem!” – André Gide (1869 – 1951);

– “Escrevemos porque não queremos morrer. É esta a razão profunda do ato de escrever.” – José Saramago (1922 – 2010);

– “Não se ‘faz’ uma frase. A frase nasce.” – Clarice Lispector (1920 – 1977);

– “Acabar um livro é como dar à luz uma criança e dar-lhe um tiro.” – Truman Capote (1924 – 1984);

– “Depois de se escrever um conto, deve-se cortar o início e o fim, pois é aí que nós, escritores, mais mentimos” – Anton Tchekhov (1860 – 1904);

– “Nenhum ferro pode penetrar no coração humano de maneira tão gélida como um ponto colocado no momento exato.” – Isaac Bábel (1894 – 1940);

– “Devemos escrever para nós mesmos, é assim que poderemos chegar aos outros.” – Eugène Ionesco (1912 – 1994);

– “Toda frase deve fazer uma de duas coisas – revelar o personagem ou avançar a ação.” – Kurt Vonnegut (1922 – 2007);

– “A escrita não é senão ritmo.” – Virginia Woolf (1882 – 1941);

– “Minha regra mais importante é uma que resume todas: se soa como escrita, eu reescrevo.” – Elmore Leonard (1925 – 2013).

Minha contribuição:

– “Eu acredito que a estrada para o inferno é pavimentada com advérbios” – Stephen King

– “Palavras por si só não têm o poder de impressionar a mente sem o horror requintado da sua realidade.” – Edgar Allan Poe

– “Você não pode culpar o escritor pelo que os personagens falam.” – Truman Capote.

– “Um livro é um sonho que você segura em suas mãos.” – Neil Gaiman

E para finalizar:

– “Escreva bêbado, edite sóbrio.” – Hemingway.

Lista original retirada do blog: mundodek.blogspot.com.br

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Published: Janeiro 20, 2014 | Comments: 4

Roube como um artista

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A frase genial e que me caiu como uma luva é do escritor Austin Kleon, e foi no blog de escrita The Golden Alley que eu encontrei um resumo das dicas dele:

1) Roube como um artista;

2) Não espere até saber quem você é para começar;

3) Escreva o livro que você quer ler;

4) Tenha projetos paralelos e hobbies;

5) Compartilhe seu trabalho;

6) Seja legal, o mundo é uma cidade pequena.

Eu, que sou péssima para lidar com elogios, agora sei o que responder quando disserem que gostaram da minha escrita, responderei “talvez eu seja uma boa ladra”.

Estou me aperfeiçoando na arte do roubo criativo. Sem imitação, transformando.

E só para reforçar a ideia, acessem e sigam o blog The Golden Alley, um projeto (em português) de 4 meninas que escrevem e gostam do que fazem:  thegoldenalley.tumblr.com

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Published: Janeiro 19, 2014 | Comments: 0

10 regras para escrever ficção by Sarah Waters

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Quem me conhece um pouquinho mais a fundo sabe o quão sou apaixonada pela escritora inglesa Sarah Waters, é nela que eu miro quando escrevo.

O primeiro livro dela que li foi “The Night Watch” (“Ronda Noturna” no Brasil), a história de quatro personagens que se cruzam de alguma forma, no final da segunda guerra em Londres, e também no pós-guerra. Um livro sisudo, cortante, com um olhar angustiado da vida comum, sem heróis e sem glamour. Eu particularmente me apaixonei por ela aí, neste livro, tanto que assim que terminei a leitura comecei a ler de novo (até porque ele é dividido em três partes cronologicamente invertidas).

“She could have closed her eyes and, with a fingertip, touched the exact small
point on her breast at which the thread ran delicately into her heart and tugged at it.”

 

Depois li “Fingersmith” (“Na Ponta dos Dedos” no Brasil), e foi aí que a paixão se consolidou em amor, porque o livro é simplesmente genial. Os plot twists te fazem fechar o livro por alguns minutos e ficar de queixo caído assimilando o que você acabou de ler, incrédulo. A narrativa está um pouco diferente, mais romanceado. Sem tentar soar piegas mas já soando, há mais amor nesta obra.

“I had kissed her. I had lain upon her. I had touched her with a sliding hand. I had called her a pearl. She had been kinder to me than anyone save Mrs Sucksby; and she had made me love her, when I meant only to ruin her. She was about to be married, and was frightened to death. And soon no-one would love her, ever again.”

E agora estou lendo “Tipping the Velvet” (“Toque de Veludo” no Brasil), cheguei a metade e acredito que já posso dizer que é tão fabuloso quanto os dois previamente lidos, mas não os superam.

Para finalizar, Sarah Waters nos presenteou com 10 dicas para escritores novatos como eu:

1. Leia feito louco. Mas tente fazer isso analiticamente – o que pode ser difícil, porque, quanto melhor e mais convincente um romance é, menos consciente você estará de seus artifícios. Vale a pena tentar descobrir esses estratagemas, no entanto: eles podem vir a ser úteis em seu trabalho. Eu acho ver filmes instrutivo também. Quase todo arrasa-quarteirão moderno de Hollywood é desesperadoramente longo e desleixado. Tentar visualizar os filmes muito melhores que eles teriam sido com alguns poucos cortes radicais é um ótimo exercício na arte de contar histórias. O que me leva a…

2. Corte feito louco. Menos é mais. Muitas vezes, eu li manuscritos – incluindo os meus – onde eu cheguei ao início do, digamos, capítulo dois, e pensei: “Aqui é onde o romance deve de fato começar.” Uma enorme quantidade de informações sobre personagens e história de fundo pode ser transmitida através de pequenos detalhes. O apego emocional que você sente em uma cena ou um capítulo irá desaparecer à medida que você passar para outras histórias. Seja objetivo em relação a isso. Na verdade…

3. Trate a escrita como um trabalho. Seja disciplinado. Muitos escritores ficam um pouco obsessivos-compulsivos quanto a isso. Graham Greene famosamente escrevia 500 palavras por dia. Jean Plaidy conseguia 5.000 antes do almoço, e então passava a tarde respondendo cartas de fãs. O meu mínimo é de 1.000 palavras por dia – o que às vezes é fácil de conseguir, e é, por vezes, francamente, como cagar um tijolo, mas eu me obrigo a ficar em minha mesa até chegar lá, porque eu sei que fazendo isso eu estou avançando o livro para a frente. Aquelas mil palavras poderão muito bem ser lixo – muitas vezes elas são. Mas daí, é sempre mais fácil voltar às palavras-lixo em uma data posterior e torná-las melhores.

4. Escrever ficção não é “auto-expressão” ou “terapia”. Romances são para os leitores, e escrevê-los significa uma construção habilidosa, paciente, e altruísta dos efeitos. Eu penso em meus romances como sendo algo como parques de diversão: o meu trabalho é prender o leitor em seu carro no início do capítulo um, então fazê-los girar e correr através de cenas e surpresas, em uma rota cuidadosamente planejada, e a um ritmo finamente engendrado.

5. Respeite os seus personagens, mesmo os menores. Na arte, como na vida, todo mundo é o herói de sua própria história particular; vale a pena pensar sobre quais são as histórias de seus personagens secundários, mesmo que elas possam se cruzar apenas ligeiramente com a do seu protagonista. Ao mesmo tempo…

6. Não entulhe a narrativa. Personagens devem ser individualizados, mas funcionais – como figuras de uma pintura. Pense no Cristo Zombado, de Hieronymus Bosch, no qual um Jesus pacientemente sofredor está cercado de perto por quatro homens ameaçadores. Cada um dos personagens é único, e também cada um representa um tipo; e, coletivamente, eles formam uma narrativa que é tanto mais poderosa por ser tão firmemente e tão economicamente construída. Sobre um tema semelhante…

7. Não escreva em excesso. Evite as frases redundantes, os adjetivos que distraem, os advérbios desnecessários. Iniciantes, especialmente, parecem pensar que a ficção escrita precisa de um tipo especial de prosa florida, completamente diferente de qualquer outro tipo de linguagem que pode-se encontrar no dia-a-dia. Este é um equívoco sobre como os efeitos da ficção são produzidos, e pode ser dissipado ao se obedecer a Regra 1. Ler alguns dos trabalhos de Colm Tóibín ou Cormac McCarthy, por exemplo, é descobrir como um vocabulário deliberadamente limitado pode produzir um surpreendente ímpeto emocional.

8. Ritmo é crucial. Escrita refinada não é suficiente. Alunos de escrita podem ser ótimos em produzir uma única página de prosa bem-elaborada; o que às vezes lhes falta é a capacidade de levar o leitor em uma viagem, com todas as mudanças de terreno, velocidade e humor que envolvem uma longa jornada. Mais uma vez, eu acho que assistir filmes pode ajudar. A maioria dos romances vai querer se aproximar, se demorar, voltar, avançar, de formas muito cinematográficas.

9. Não entre em pânico. Na metade da escrita de um romance, eu tenho regularmente experimentado momentos de terror de gelar o intestino, conforme eu contemplo o lixo na tela diante de mim e vejo além dela, em rápida sucessão, as críticas ridicularizantes, a vergonha dos amigos, a carreira fracassada, a renda cada vez menor, a casa confiscada, o divórcio… Trabalhar obstinadamente no meio de crises como essas, no entanto, sempre me levou até lá, no final. Deixar a mesa por um tempo pode ajudar. Falar do problema em detalhes pode me ajudar a lembrar o que eu estava tentando alcançar antes de ter empacado. Ir para uma longa caminhada quase sempre me faz pensar sobre o meu manuscrito de uma forma ligeiramente nova. E, se tudo mais falhar, há a oração. São Francisco de Sales, o santo padroeiro dos escritores, muitas vezes me ajudou a sair de uma crise. Se você quiser espalhar a sua rede de forma mais ampla, pode tentar apelar para Calíope, a musa da poesia épica, também.

10. O talento trunfa sobre tudo. Se você é realmente um ótimo escritor, nenhuma dessas regras se aplica. Se James Baldwin tivesse sentido a necessidade de agitar um pouco o ritmo, ele poderia nunca ter alcançado a intensidade lírica prolongada de Giovanni. Sem a prosa “excessivamente escrita”, não teríamos nada da exuberância linguística de um Dickens ou uma Angela Carter. Se todos fossem econômicos com seus personagens, não haveria um Wolf Hall… Para o resto de nós, no entanto, as regras continuam importantes. E, fundamentalmente, só ao entender para o que elas são e como funcionam que você pode começar a experimentar em quebrá-las.

Fonte: http://dicasderoteiro.com/2011/09/14/dez-regras-para-escrever-ficcao-sarah-waters/

Original: http://www.theguardian.com/books/2010/feb/20/10-rules-for-writing-fiction-part-two

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Published: Janeiro 8, 2014 | Comments: 1

Capítulo 19 de Amigos de Aluguel

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Ah o doce sabor de voltar ao mundo surreal da escrita…

Capítulo novo de Amigos de Aluguel: http://schwinden.com.br/amigos-de-aluguel/#dezenove

Novidade: este mês estarei participando de uma coletânea de contos de fantasia, para ser lançado como ebook, uma iniciativa de algumas pessoas do grupo do NaNo. Desafio em dobro para mim porque se trata de um conto, coisa pequena, no máximo 5 mil palavras, e não sei escrever pouco. Mas esses são os desafios mais deliciosos.

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Published: Janeiro 8, 2014 | Comments: 1

Como seguir este digníssimo blog

Se você tem uma conta no Facebook e um mouse, você pode – se quiser, é claro – clicar ali na barra lateral direita no “Curtir”, assim as atualizações deste blog aparecerão na sua timeline. Prometo não postar quase nada aqui para não entulhar sua timeline.

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Published: dezembro 22, 2013 | Comments: 0

Tracklist de A Lince e a Raposa

Você pode ouvir clicando no botão de play abaixo, ou acessando por esse link: http://8tracks.com/crishtiane/a-lince-e-a-raposa

A Lince e a Raposa from crishtiane on 8tracks Radio.

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Published: dezembro 22, 2013 | Comments: 0

Capítulo 39 de A Lince e a Raposa

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Novo capítulo da Lince e a Raposa no ar: http://schwinden.com.br/a-lince-e-a-raposa-continuacao-1/#trintaenove

 

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Published: dezembro 22, 2013 | Comments: 0

Capítulo dezoito de Amigos de Aluguel

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Fotografei essa arte de rua num muro no Rio Vermelho, aqui em Salvador (você também né Tati?). Bom, publico aqui mais três mil lavapras, avalpras, vrapalas, enfim. Mais um capítulo de Amigos de Aluguel.

Atendendo a bem educada solicitação da Laila, coloquei um tradução livre nos trechos das músicas.

Ler Capítulo 18

 

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Published: dezembro 18, 2013 | Comments: 0

Capítulo 17 de Amigos de Aluguel

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Capítulo novo de Amigos de Aluguel postado, agora com o link direto para o lugar certo: http://schwinden.com.br/amigos-de-aluguel/#dezessete

E aproveito para comemorar que A Lince e a Raposa chegou a marca de 60 mil leituras no AbcLes!

Crowded House – “Fall at Your Feet”

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Published: dezembro 9, 2013 | Comments: 0

Capítulo 38 de A Lince e a Raposa

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Depois de mais de um mês em stand by, voltamos com as aventuras de Jennifer & Anna, novo capítulo já no ar: http://schwinden.com.br/a-lince-e-a-raposa-continuacao-1/

 

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Published: dezembro 5, 2013 | Comments: 2

Novo capítulo de “Amigos de Aluguel”

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O NaNo terminou mas a história não, novo capítulo de “Amigos de Aluguel”  foi postado agora, em novo lugar, não mais no post que ficava aqui embaixo, a história ganhou uma página só para ela: http://schwinden.com.br/amigos-de-aluguel/

Quem ganhou uma página só para ela também foi “A Lince e a Raposa”: http://schwinden.com.br/a-lince-e-a-raposa/, onde postarei os novos capítulos (antes do AbcLes inclusive), que aliás, após o hiato de um mês, vai ganhar capítulo novo essa semana. Spoiler: Anna ainda está bem bagunçada com o que Vivian aprontou.

 

E deixo esse clipe fofo da “Alice”:

 

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Published: dezembro 4, 2013 | Comments: 4

Veni, vidi, vici

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Depois de 30 dias dessa maratona literária, 30 dias escrevendo loucamente as peripécias de Alice, eis que posso colher o resultado, eu venci, completei as 50 mil palavras nessa madrugada. Eu venci o NaNo!

Mas a história não acaba hoje, ela deve ir looooonge… até umas 80 mil palavras, ainda irei torturar mais um pouquinho Alice e Cia.

É difícil explicar para quem não escreve o que significa um desafio desse tamanho para quem tem como paixão a escrita, ainda mais quando você percebe as pessoas te olhando torto quando você fala com certo receio que escreve, te tacham de lunático ou idiota logo de cara e você percebe isso facilmente. Várias e várias vezes me peguei parando de escrever e desligando o computador por achar uma idiotice o que estava fazendo, uma perda de tempo, diriam. Diriam? Mas eu não acho, por isso no dia seguinte eu ligo meu computador, abro o arquivo e volto a escrever, porque não sei mais não fazer isso.

Tudo bem se minha mulher não quer ler, se minha irmã diz que não se sente confortável me lendo, se as pessoas que amo não querem me ler, agora eu as entendo; se eu tiver um leitor, eu irei continuar escrevendo.

Obrigada para quem me acompanhou (aturou) nesses 30 dias, principalmente Lorena, e quem estava lendo (oi Jane!), comentando sempre (oi Lai! oi Julia!), comentando de vez em quando (oi Lilic! oi Bruna! oi Edna!).

E um obrigada misturado com alegria por ter encontrado o grupo do Nano Brasil no Facebook, um bando de sonhadores malucos como eu, de onde tirei várias dicas e muita, muita força para escrever dia após dia, com destaque para o Daniel, um cara iluminado que eu sempre via incentivando quem estava pensando em desistir, dando força para quem estava empacado, parabenizando quem conseguia alguma conquista, e que esteve do meu lado e do lado da Susi quando estávamos na luta final das 50 mil palavras, você estava lá no momento que digitei a 50000ª palavra! Obrigada moço. GoGoGo!

Não sei quem falou isso, acho que foi o Neil Gaiman, e não sei exatamente como é a citação, mas é algo do tipo, não importa se você acha que está ruim, escreva, porque depois de um mês você terá algo que você não tinha no mês passado.

E agora eu tenho um livro de 50 mil palavras, que era apenas um esboço no caderno em outubro.

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Published: novembro 30, 2013 | Comments: 15

Tracklist de Amigos de Aluguel

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Achei esse site onde você pode criar tracklists, o pessoal do NaNoBR criou para suas histórias há algum tempo atrás e finalmente criei a minha, para quem quiser ouvir a trilha sonora que montei: http://8tracks.com/crishtiane/amigos-de-aluguel

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Published: novembro 26, 2013 | Comments: 0

Gráfico de produtividade NaNoWriMo

National Novel Writing Month

 

Cada dia mais perto da linha cinza… (detalhe para a parada que deixou meu gráfico retilíneo por alguns dias)

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Published: novembro 25, 2013 | Comments: 2

Amigos de Aluguel (trazendo para cima)

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Como o post com a história ficou lá para baixo, aqui está o link para ele:  http://schwinden.com.br/amigos-de-aluguel/

E a ficha dos personagens: http://schwinden.com.br/amigos-de-aluguel-ficha-dos-personagens/

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Published: novembro 25, 2013 | Comments: 0

De onde vocês acham que vem a inspiração?

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Published: novembro 23, 2013 | Comments: 2

NaNoWriMo – Reta Final

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Um café no café de um hospital rendeu 300 palavras, e é assim, 500 aqui… 1200 ali… 150 no banheiro… (ok, informação desnecessária), que chegamos nos últimos 10 dias de NaNoWriMo. Estou em 29K (K = mil palavras), hoje era para estar em 35K, mas seguimos firmes e fortes, com este pequeno delay de 6K.

No grupo do Nano no Facebook percebi que nesta reta final vários estão desistindo, rostinhos conhecidos que eu vi iniciarem cheios de empolgação, estão jogando tudo para o alto, me sinto num campo de batalha, vendo meus companheiros caindo ao meu lado, mas eu continuo correndo!

Obrigada à todos por todas as leituras e comentários! (acho que só a Lai vai ler este post mesmo, mas tudo bem… 😀 )

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Published: novembro 21, 2013 | Comments: 8

A Lince e a Raposa

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Para a maratona do NaNoWriMo tive que fazer alguns pequenos sacrifícios, e um deles foi dar um tempo no meu romance/ficção científica A Lince e a Raposa, que é o meu queridinho e acredito que sempre será.

Ele está na reta final mas tem chances de um dia ter uma continuação, quem sabe vira trilogia? Suzanne Collins está fazendo escola.

O mais legal dessa história é que, após 152 mil palavras e mais de um ano de dedicação, eu consigo visualizar minha evolução na escrita e no desenvolvimento do plot, que começou de um sonho maluco que eu tive e não teve o menor planejamento, apenas fui escrevendo e escrevendo. E se tornou algo tão palpável, que eu sei exatamente onde estou dentro desse mundo paralelo, quem são meus personagens e o que eles estão fazendo ali, que tenho vontade de reescrever os primeiros 10 capítulos, no mínimo, para fazer jus ao que eles são hoje em dia.

É uma sensação incrível quando você estreita laços e cria intimidade com personagens, como leitor ou como escritor.

Em tempo, a saga pode ser lida aqui: http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=1581

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Published: novembro 20, 2013 | Comments: 5

Nuvem de palavras

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O pessoal do grupo NaNo Brasil sugeriu esse site (http://www.wordle.net/create) que gera uma nuvem de tags com as palavras que mais se repetem dentro de um texto qualquer que você cole lá, e colei todo o texto de Amigos de Aluguel que tenho até o momento (22 mil palavras).

O resultado foi algo que eu já imaginava: Maria tem roubado a cena! E ela nem é uma das protagonistas. Acredito que isso vá mudar no decorrer da história, mas achei uma ferramenta interessante, descobri que tenho usado muito as palavras ‘havia’ e ‘apenas’.

E acho que já sei qual palavra irá ficar ‘maior’ nessa tag cloud dentro de algumas mil palavras…

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Published: novembro 18, 2013 | Comments: 1